Offline, arram.

Deu pra perceber que preciso ficar um pouco offline. Preciso me preparar psicologicamente para este momento duro e inexorável da vida fuera de las redes sociales. A mudança é drástica, e não pode ser assim, de uma hora para outra. Pode ser perigoso. Será penoso. Será se consigo? Porque é algo que preciso fazer, fato! O mundo ao meu redor está mandando sinais bastante claros.

1) Tudo o que faço ou falo eu fico pensando se é compartilhável ou não.

2) Ser retuitada me dá um prazer maior ou igual a… deixa pra lá.

3) Tenho pensado em 140 caracteres, algumas vezes com algum link.

4) Em vez de pensar “verdade”, eu penso “vdd”.

5) Tento ampliar com os dedos a imagem das revistas que leio.

6) Sério que tem gente que usa o celular pra falar com outras pessoas?

7) Pode fazer check-in em peças diferentes aqui de casa?

8) Instagramar é o verbo mais fotografado em minha instagramática pessoal.

9) Sinto um ódio realmente profundo de quem não me segue no Twitter.

10) Fazer economia, pra mim, é juntar moedinhas no Drawsomething.

11) Antes de dormir dou boa noite pra filha, pro marido e pro iPad.

12) À medida que vou #falando, vou colocando #tags imaginárias nas #palavras #chave.

13) Sou amiga do Eduardo Saverin no Facebook. Me considero AMIGA dele.

14) Tem mais, tem mais… Vou adicionando, CERTEZA. Mesmo pq não pretendo parar justo no 13. Né?

Anúncios