doing

Resolvi chamar assim a minha nova filosofia de vida.

Primeiro o que me veio à mente foi a ação em si, bem antes que o verbo, mesmo porque a ação é a base da ‘minha’ filosofia. Daí veio o verbo no gerúndio: fazendo. Mudei para o doing só porque estou estudando inglês e adoro onomatopéias: a bola quica poing poing.

Tudo começou com uma ou outra frase que curti no livro de auto-ajuda-fofa-e-cultzinha que estou lendo: Budismo na mesa do bar (Lodro Rinzler).

Especial atenção à técnica de meditacão que ele ensina, algo como domar o pensamento errante dizendo assim pra ele: pensando.

Quero muito aprender a meditar, mas por enquanto estou achando muito difícil fazer o simples ato de ficar sentada, ali parada, meditando.

Então resolvi inventar a meditação em movimento.

Ao invés de controlar a enxurrada de pensamentos dizendo a mim mesma: “pensando”, vou controlar a enxurrada de ações sem rumo dizendo a mim mesma: “fazendo”.

Primeiro, vou praticar este “ato constante de estar presente”. Depois, quando eu me sentir uma pessoa um pouco mais centrada, começo a praticar a meditação parada, aquela do “continue sentado e meditando”.

Este é o capítulo inicial do meu método “doing”. Seja bem vindo – e agora volte ao que estava fazendo.